
De vez em quando me admiro que as pessoas realmente leiam este blog. Inclusive desconfio que o contador de visitantes esteja errado (César). Enfim já que estamos aqui analisemos algo palpável: seriam as amizades como as reações químicas, no sentido de atingir um ápice em determinado momento e depois morrer as minguas?
Por quê está reflexão? Provavelmente você leitor, assim como eu, em um dado momento se sentiu muito feliz em um grupo de amigos, e de repente nota que ele nunca mais atingirá aquele ponto. E você pode fazer de tudo para tentar reaver aquele momento, mas ele nunca é igual. E obviamente não seria. A vida é dinâmica (ouvir dizer que até a continuidade é um tipo específico de mudança*), as pessoas mudam, não só de lugar mas de caráter e você também muda. Bobeira é achar que tudo será igual um dia, se serve de consolo, nunca sabemos se o zênite da relação já chegou....
Juntei algumas frases só pra não deixar esta velha catedral (blog) às moscas (textos repetidos). Proponho um brinde a todos os CAROS AMIGOS, nesta pequena CARTA CAPITAL que escrevo para que você VEJA que não está sozinho, ISTO É: as relações de amizade em grupo podem ser menores ou maiores dependendo do dia, mas os CARAS que estão com você nunca deixarão de ser seus amigos, e sempre ouvirão seus TI TI TIS independente deles serem SUPER INTERESSANTES ou não.
*Ou vice versa, não lembro, não li o texto inteiro.
**Já escrevi um texto com tema similar, mas todos os bons autores ficam repetindo o que dizem (veja o Foucault, ou os Bee Gees que tocam a mesma música a trinta anos por exemplo) por que não poderia um autor ruinzinho fazer o mesmo.?